Não menos que querer, e não mais que acreditar, apenas esperar. E sonhar. Achar que pode mudar, e ser melhor. Nunca pior. Eu creio e tenho fé. Eu espero, que aconteça que mude, que seja, que vire, que se resolva, que cresça e se transforme em algo bom, de preferência. Mas eu espero, pode demorar, pode ser rápido, também não ligo, só sei que desejo, acho, e creio, tenho esperança de que antes que eu pereça, isso aconteça, que eu veja, com meus próprios olhos, algo que esperei e para que possa ter certeza, e provar que sempre a a ter esperança vale a pena, e jamais negarei que quis e pedi, com todas as minhas forças, as todas as estrelas, que isso aconteça.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Amar,
pra mim é o gostar quase que surreal, é valorizar cada atitude, cada gesto, cada palavra. É querer estar por perto, sonhar com o toque, com o beijo, com o futuro. É esquecer do mundo, esquecer de tudo e apenas confiar; É ver maravilhas em todo lugar e lutar por algo sem pensar o quão difícil pode ser... O amor está nos olhos de quem vê, no coração de quem sente, na valorização que damos e recebemos a alguém ou algo. O amor é perfeito, sempre.. e mais ainda quando correspondido da mesma forma!
terça-feira, 26 de abril de 2011
sábado, 19 de março de 2011
terça-feira, 15 de março de 2011
domingo, 13 de março de 2011
Ainda mais
“Tenho me confundido na tentativa de te decifrar, todos os dias. Mas confuso, perdido, sozinho, minha única certeza é que de cada vez aumenta ainda mais minha necessidade de ti. Torna-se desesperada, urgente. Eu já não sei o que faço. Não sinto nenhuma outra alegria além de ti. Como pude cair assim nesse fundo poço? Quando foi que me desequilibrei? Não quero me afogar: Quero beber tua água. Não te negues, minha sede é clara.” (Caio F. Abreu).
sábado, 12 de março de 2011
sexta-feira, 11 de março de 2011
''De vez em quando eu vou ficar esperando você numa tarde cinzenta de inverno, bom no meio duma praça, então os meus braços não vão ser suficientes para abraçar você e a minha voz vai querer dizer tanta, mas tanta coisa que eu vou ficar calada um tempo enorme. Só olhando você, sem dizer nada só olhando se pensando: meu Deus, mas como você me dói de vez em quando...''
(Caio Ferndando Abreu).
Pedi à lua que me desse apenas uma resposta...
Pedi à lua que me desse apenas a resposta
Queria que ela dissesse que você se importa
Apenas sei que o meu caminho é início sem volta
Querendo estar longe de ti eu bato à sua porta
Pra te dizer que nada pode ter algum sentido
Já não há motivo, já não tem mais graça
Sem você me sinto tão perdido, andando pela graça
Eu não consigo enxergar direito o caminho
Perdi o meu ninho
Meu coração chora...
(Kim - Catedral)
Mas há a vida
Mas há a vida
que é para ser
intensamente vivida,
há o amor.
Que tem que ser vivido
até a última gota.
Sem nenhum medo.
Não mata.
- Clarice Lispector.
quarta-feira, 9 de março de 2011
"Eu preciso muito, muito de você. Eu quero muito, muito você aqui de vez em quando nem que seja, muito de vez em quando. Você nem precisa trazer maçãs, nem perguntar se estou melhor. Você não precisa trazer nada, só você mesmo. Você nem precisa dizer alguma coisa no telefone. Basta ligar e eu fico ouvindo o seu silêncio. Juro como não peço mais que o seu silêncio do outro lado da linha ou do outro lado da porta ou do outro lado do muro. Mas eu preciso muito, muito de você."
- Caio F. Abreu.
- Caio F. Abreu.
"Ah, e dizer que isto vai acabar, que por si mesmo não pode durar. Não, ela não está se referindo ao fogo, refere-se ao que sente. O que sente nunca dura, o que sente sempre acaba, e pode nunca mais voltar. Encarniça-se então sobre o momento, come-lhe o fogo, e o fogo doce arde, arde, flameja. Então, ela que sabe que tudo vai acabar, pega a mão livre do homem, e ao prendê-la nas suas, ela doce arde, arde, flameja."
- Clarice Lispector.
terça-feira, 8 de março de 2011
E agora José?
E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José?
e agora, você?
você que é sem nome,
que zomba dos outros,
você que faz versos,
que ama, protesta?
e agora, José?
Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José?
E agora, José?
Sua doce palavra,
seu instante de febre,
sua gula e jejum,
sua biblioteca,
sua lavra de ouro,
seu terno de vidro,
sua incoerência,
seu ódio - e agora?
Com a chave na mão
quer abrir a porta,
não existe porta;
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
José, e agora?
Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse...
Mas você não morre,
você é duro, José!
Sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
sem teogonia,
sem parede nua
para se encostar,
sem cavalo preto
que fuja a galope,
você marcha, José!
José, para onde?
Autor desconhecido.
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José?
e agora, você?
você que é sem nome,
que zomba dos outros,
você que faz versos,
que ama, protesta?
e agora, José?
Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José?
E agora, José?
Sua doce palavra,
seu instante de febre,
sua gula e jejum,
sua biblioteca,
sua lavra de ouro,
seu terno de vidro,
sua incoerência,
seu ódio - e agora?
Com a chave na mão
quer abrir a porta,
não existe porta;
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
José, e agora?
Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse...
Mas você não morre,
você é duro, José!
Sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
sem teogonia,
sem parede nua
para se encostar,
sem cavalo preto
que fuja a galope,
você marcha, José!
José, para onde?
Autor desconhecido.
Fatal e inteiro
“Sobretudo um dia virá em que todo meu movimento será criação, nascimento, eu romperei todos os nãos que existem dentro de mim, provarei a mim mesma que nada há a temer, que tudo o que eu for será sempre onde haja uma mulher com meu princípio, erguerei dentro de mim o que sou um dia, a um gesto meu minhas vagas se levantarão poderosas, água pura submergindo a dúvida, a consciência, eu serei forte como a alma de um animal e quando eu falar serão palavras não pensadas e lentas, não levemente sentidas, não cheias de vontade de humanidade, não o passado corroendo o futuro! O que eu disser soará fatal e inteiro!.”
- Clarice Lispector.
"Eu quis tanto ser a tua paz, quis tanto que você fosse o meu encontro. Quis tanto dar, tanto receber. Quis precisar, sem exigências. E sem solicitações, aceitar o que me era dado. Sem ir além, compreende? Não queria pedir mais do que você tinha, assim como eu não daria mais do que dispunha, por limitação humana. Mas o que tinha, era seu. "
- Caio F. Abreu.
'
''Os ventos que as vezes tiram algo que amamos, são os mesmos que trazem algo que aprendemos a amar...
Por isso não devemos chorar pelo que nos foi tirado e sim, aprender a amar o que nos foi dado. Pois tudo aquilo que é realmente nosso, nunca se vai para sempre.''
- Bob Marley
Por isso não devemos chorar pelo que nos foi tirado e sim, aprender a amar o que nos foi dado. Pois tudo aquilo que é realmente nosso, nunca se vai para sempre.''
- Bob Marley
Assinar:
Comentários (Atom)



















